Prefeitura Municipal

de Jequitibá-MG






Festival de Folclore



Festival de Folclore 2014 - 12 a 14 de Setembro





HOMENAGEADOS DO ANO :

Leomano Pereira Lopes (zaninho)

Geraldo Gonçalves Pinto (Timbó)



Sexta – 12/09



16:00 - Desfile Cívico – Cultural das Escolas Municipais e Estadual de Jequitibá.

Saída – Conferência São Vicente de Paulo

17:00 - Abertura Oficial do 26º Festival de Folclore.

17:15 –Apresentação Escola Estadual Professor Vitor Pinto – Hino Nacional e Hino de Jequitibá

17:30 - Homenagem dos alunos da APAE ao mestre LEOMANO PEREIRA LOPES

17:45 - Apresentação das Escolas Municipais de Jequitibá

18:00 – Apresentação da APAE / Jequitibá

18:30 - Dança Infantil “ Tá caindo Fulô ! - CRAS

18:45 - Apresentação – “Batuque ao som da caixa” - CRAS

19:00 - Apresentação – “ Dança da Fita” – CRAS

19:15 – Apresentação – Oficinas de música – CRAS/ Baldim

19:30 - Apresentação – Dança do Bambu – CRAS

19:45 - Grupo Tradição – Batuque

20:00 – Apresentação – Oficinas de música – CRAS/ Baldim

20:15 - Apresentação de Capoeira - CRAS

20: 30 - Folia de Reis - Jequitibá

20:45 - Pastorinhas do Souza

22 :00 - Show GANGA BRUTA E CONGADAR

23 :00 - Show TREM MINEIRO



Sábado – 13/09



8:00 - Abertura da Feira de Artesanato e comidas típicas

9 :00 - Oficinas de Mini- estandarte - Lúcia

10:00 - Batizado de Capoeira – CRAS/ Jequitibá

12:00 – Almoço Coletivo

15:00– Oficina de Artesanato em Isopor – Junior Prados

16:00 – Contação de Histórias e recreação teatral – Grupo Carroça Teatral

18:00 - Fileira Sagrada – Incelências para Chuva - Pindaíbas

18:30 - Batuque – Ana Elza

19:00 - Fim de Capina – Zé Limão

19:30 - Encomendação das Almas - Vera Cruz

20:00 - Lavadeiras de Jequitibá

20:30 - Dança do Tear - Pindaíbas

21:00 - Congado de Nossa Senhora do Rosário – Perobas

21:30 - Grupo Asisa – Dança do Ventre

22:00 - Show FABIANA ALVES E BANDA

23:30 - Show TAMBOR DO MATIÇÂO





Domingo – 14/09



8:00 - Concentração de grupos Folclóricos - Igreja Nª Srª do Rosário

9 :00- Cortejo de grupos pelas ruas da cidade

10 :00 – Auto do Boi da Manta : O Milagre da Ressurreição

Grupo Carroça Teatral – Sete Lagoas

11:00 - Missa Conga - Paróquia do Santíssimo Sacramento

12 :00- Almoço e chegada da Cavalgada Folclórica

13:00 - Cantadeiras do Souza com participação de Eliezer Teixeira – SP

13:15 - Congado de Nossa Senhora do Rosário – Dança da Vara

13:30 - Fim de Capina e Folia de Reis - Rancho Novo

13:45 - Folia de Reis - Lagoa Santo Antônio

14:00 - Folia de Reis – Baú

14:15 – Encomendação das almas – São José dos Moreiras

14:30 - Folia de Reis – Zaninho

14:45 - Folia de Reis - Bebedouro

15:00 - Congado de Nossa Senhora do Rosário - Santana de Pirapama

15:15 - Congado de Nossa Senhora do Rosário – Baldim

15:30 - Congo Penacho - Abaeté

15:45 - Congado de Nossa Senhora do Rosário – Cachoeira da Prata

16:00 - Quadrilha Folclórica de Sete Lagoas

16:30 - Quadrilha Folclórica de Confins

18:00 - Encerramento



OBS: Programação sujeita a alterações





VEJA AS FOTOS DO FESTIVAL DE FOLCLORE 2008 - 20 ANOS

VEJA AS FOTOS DO FLICKR

ADICIONE O ORKUT DO FESTIVAL



Jequitibá, Capital Mineira do Folclore



Jequitibá possui uma das maiores diversidades culturais do país. Este fato se deve a forma com que tais manifestações surgiram neste pequeno município de Minas Gerais.



Nos tempos antigos das tropas, por ali passavam todos os que vinham do sertão do norte de Minas Gerais, margeando o Rio das Velhas, gente da Bahia, gente do Nordeste que deixou pelo caminho, cultura e tradição.



O movimento de preservação da cultura popular de Jequitibá começou na década de 1980, por iniciativa do advogado Geraldo Inocêncio de Sousa, grande amante e incentivador das tradições folclóricas. Em 1988, ao ser convidado para participar como festeiro da principal celebração católica da cidade, a festa do Santíssimo Sacramento, o Padroeiro de Jequitibá, Inocêncio, propôs que os grupos folclóricos do município participassem também da comemoração. A idéia foi aceita e naquele ano, 10 grupos se apresentaram. Era o início do Festival do Folclore.



Das ruas da cidade, os grupos também se apresentavam na casa de Inocêncio, que trazia amigos e conhecidos para participar dos saraus folclóricos realizados na varanda da sua casa em Jequitibá. Dentre eles, o jornalista e historiador, Carlos Felipe que assim definiu a cultura da cidade: “a riqueza cultural de Jequitibá praticamente permanece inalterada, devido ao isolamento da cidade em relação à Belo Horizonte e as áreas metropolitanas. Esse fato fez com que a cultural local e os folguedos se mantivessem como eram e sem sofrer alterações, como aconteceu em outras regiões do estado diante do processo de aculturação e influências”.



Jequitibá recebeu o título de Capital Mineira do Folclore. A ostentação deste título, constituído legalmente pela Administração Municipal tem suas razões: a cidade apresenta mais de 15 grupos folclóricos que preservam inúmeras manifestações populares e se destaca por preservar o batuque de viola, único no Brasil. Além do batuque, a cultura de Jequitibá reúne a arte popular das pastorinhas, contra-dança, dança do Tear, Fim de Capina, Folia de São Sebastião, Folia de Nossa Senhora do Rosário, Folia de São Miguel, Folia de São Geraldo, Folia de São Gonçalo, Folia de Santo Antônio, Folia do Divino, Folia de São João, Folia de Santos Reis, Folia de Santa Luzia, Folia de volta dos Magos, Folia de Nossa Senhora Aparecida Boi da Manta, Incelências para Chuva, Encomendação de Almas, Ladainhas, Casamentos com Embaixada, Dança da Vara, Congado, Cantigas de Roda, Dança da Fita, Dança do Coelho, Dança do Serrador, Quadrilhas folclórica, etc.



Essas manifestações trazem nomes importantes para a cultura logal e regional, como o de Zé da Ernestina (atual Rei Congo do Estado de Minas Gerais, o mestre violeiro Nelson Jacó, Dona Elza de Pindaíbas, Raimundinho das Perobas, João Gualberto em Lagoa da Trindade, “Seu” Juvercino, Marly no Souza, Zé Gomes no Baú, Zé Limão em Lagoa Trindade, Dona Araci e Mariângela em Vargem Bonita, Zacarias em Vera Cruz, e tantos outros que dão autenticidade ao título de Capital Mineira do Folclore.



Jequitibá está presente no corpo, na voz e na alma do moradores. Mas também encontra lugar em vários segmentos do conhecimento e da arte contemporânea. Acadêmicos, folcloristas, compositores, músicos e jornalistas, durante todo o ano buscam informações sobre a riqueza produzida e preservada pelos grupos folclóricos.



Segundo o músico e compositor Eliezer Teixeira, em seu livro Prosa e Cantoria: “a cultura popular de Jequitibá oferece uma peculiaridade para a mesma manifestação, que também se realiza, nos povoados vizinhos, quer na afinação da viola, para determinada folia, quer no ritmo, na devoção cultuada de modo diferente; por exemplo no povoado do Baú , a folia de Reis só anda à noite, porque eles acreditam que a estrela só se vê no escuro; já no povoado de Souza, ela sai de dia, e dizem que para Santos Reis ele é visível também durante o dia. É isso que enriquece ainda mais a cultura popular espontânea” .



Já para Frei Chico, em Jequitibá a valorização da cultura própria do lugar, é um importante fator de educação nas escolas, e meio de desenvolvimento social, econômico e cultural da cidade. O jornalista do Jornal Hoje em Dia, Renato Alves também acredita que a riqueza cultural da cidade se deve à tradição de famílias locais. “As danças e os cantos são passados de geração para geração. Em nenhum outro município do Estado o folclore parece tão forte e tão vivo”, destaca Alves.



Festival de Folclore Jequitibá completa 20 anos

Considerada “capital mineira do folclore, cidade deve atrair cerca de 3 mil turistas



De 05 a 07 setembro, a cidade de Jequitibá, localizada a 30 km de Sete Lagoas e a 110 km de Belo Horizonte, transforma-se em um dos maiores palcos culturais do Estado ao reunir diversos grupos folclóricos para celebrar a diversidade brasileira, preservada no canto e nas danças das nossas raízes.



Serão três dias de atrações musicais, apresentações artísticas, oficinas, espaço de convivência, que prometem atrair, diariamente, cerca de 3 mil pessoas, segundo a organização do evento. Jequitibá possui uma das maiores diversidades culturais do país.



São mais de 15 grupos folclóricos que preservam inúmeras manifestações populares. Isso fez com que a cidade recebesse o título de “Capital Mineira do Folclore”, pois também se destaca por preservar o batuque de viola, único no Brasil.



“A riqueza cultural de Jequitibá praticamente permanece inalterada, devido ao isolamento da cidade em relação à Belo Horizonte e as áreas metropolitanas. Esse fato fez com que a cultural local e os folguedos se mantivessem como eram e sem sofrer alterações, como aconteceu em outras regiões do estado diante do processo de aculturação e influências”, afirma o presidente da Comissão Mineira do Folclore, o jornalista Carlos Felipe.



Além de representantes da cultura local, como Zé da Ernestina (atual Rei Congo do Estado de Minas Gerais) e o mestre violeiro Nelson Jacó, a 20 edição do Festival de Folclore de Jequitibá conta ainda com as presenças de Chico Lobo, Pedro Mestre (Portugal), Tita Parra (Chile), Meninas de Sinhá, Dona Maria do Batuque de São Romão, Pereira da Viola, entre outros.



A programação completa está disponível no site www.folclorejequitiba.com .



Festival de Folclore de Jequitibá – Minas Gerais

De 5 a 7 de setembro

Orla da Lagoa Pedro Saturnino

A partir das 9 horas

Mais informações pelo telefone (31) 3717-6222 ou pelo site www.folclorejequitiba.com



Assessoria de Imprensa – Jardim Produções

(31) 9243-2512 (Zu Moreira)



Jequitibá, Capital Mineira do Folclore



Jequitibá possui uma das maiores diversidades culturais do país. Este fato se deve a forma com que tais manifestações surgiram neste pequeno município de Minas Gerais.



Nos tempos antigos das tropas, por ali passavam todos os que vinham do sertão do norte de Minas Gerais, margeando o Rio das Velhas, gente da Bahia, gente do Nordeste que deixou pelo caminho, cultura e tradição.



O movimento de preservação da cultura popular de Jequitibá começou na década de 1980, por iniciativa do advogado Geraldo Inocêncio de Sousa, grande amante e incentivador das tradições folclóricas. Em 1988, ao ser convidado para participar como festeiro da principal celebração católica da cidade, a festa do Santíssimo Sacramento, o Padroeiro de Jequitibá, Inocêncio, propôs que os grupos folclóricos do município participassem também da comemoração. A idéia foi aceita e naquele ano, 10 grupos se apresentaram. Era o início do Festival do Folclore.



Das ruas da cidade, os grupos também se apresentavam na casa de Inocêncio, que trazia amigos e conhecidos para participar dos saraus folclóricos realizados na varanda da sua casa em Jequitibá.



Jequitibá recebeu o título de Capital Mineira do Folclore. A ostentação deste título, constituído legalmente pela Administração Municipal tem suas razões: a cidade apresenta mais de 15 grupos folclóricos que preservam inúmeras manifestações populares e se destaca por preservar o batuque de viola, único no Brasil.



Além do batuque, a cultura de Jequitibá reúne a arte popular das pastorinhas, contra-dança, dança do Tear, Fim de Capina, Folia de São Sebastião, Folia de Nossa Senhora do Rosário, Folia de São Miguel, Folia de São Geraldo, Folia de São Gonçalo, Folia de Santo Antônio, Folia do Divino, Folia de São João, Folia de Santos Reis, Folia de Santa Luzia, Folia de volta dos Magos, Folia de Nossa Senhora Aparecida Boi da Manta, Excelências para Chuva, Encomendação de Almas, Ladainhas, Casamentos com Embaixada, Dança da Vara, Congado, Cantigas de Roda, Dança da Fita, Dança do Coelho, Dança do Serrador, Quadrilhas folclórica, etc.



Essas manifestações trazem nomes importantes para a cultura local e regional, como o de Zé da Ernestina (atual Rei Congo do Estado de Minas Gerais), o mestre violeiro Nelson Jacó, Dona Elza de Pindaíbas, Raimundinho das Perobas, João Gualberto em Lagoa da Trindade, “Seu” Juvercino, Marly no Souza, Zé Gomes no Baú, Zé Limão em Lagoa Trindade, Dona Araci e Mariângela em Vargem Bonita, Zacarias em Vera Cruz.



Jequitibá está presente no corpo, na voz e na alma dos moradores. Mas também encontra lugar em vários segmentos do conhecimento e da arte contemporânea. Acadêmicos, folcloristas, compositores, músicos e jornalistas, durante todo o ano buscam informações sobre a riqueza produzida e preservada pelos grupos folclóricos.



Segundo o músico e compositor Eliezer Teixeira, em seu livro Prosa e Cantoria: “a cultura popular de Jequitibá oferece uma peculiaridade para a mesma manifestação, que também se realiza, nos povoados vizinhos, quer na afinação da viola, para determinada folia, quer no ritmo, na devoção cultuada de modo diferente. Por exemplo, no povoado do Baú , a folia de Reis só anda à noite, porque eles acreditam que a estrela só se vê no escuro; já no povoado de Souza, ela sai de dia, e dizem que para Santos Reis ele é visível também durante o dia. É isso que enriquece ainda mais a cultura popular espontânea” .



Já para Frei Chico, em Jequitibá, a valorização da cultura própria do lugar, é um importante fator de educação nas escolas, e meio de desenvolvimento social, econômico e cultural da cidade. O jornalista do Jornal Hoje em Dia, Renato Alves também acredita que a riqueza cultural da cidade se deve à tradição de famílias locais. “As danças e os cantos são passados de geração para geração. Em nenhum outro município do Estado o folclore parece tão forte e tão vivo”, destaca Alves.



Destaques da programação



DIA 05 - SEXTA-FEIRA



18h - Contra dança - Seu Nelson Jacó

20h - Apresentação do vídeo FestiVelhas 2007

20h30 - Meninas de Sinhá

21h30 - Dona Maria do Batuque de São Romão

22h30 - Grupo Tambor do Matição





DIA 06 - SÁBADO



15h30 - Folia de Reis - Jequitibá

16h - Folia de São Sebastião - Pindaíbas

16h30 - Encomendação das Almas - Pindaíbas

17h - Dança do TEAR - Pindaíbas

17h30 - Cia. De Dança Parafolclórica Capela Nova

18h - Batuque do Seu Zé da Ernestina

18h30 - Comunidade dos Arturos

20h - Sarau Tropeiro – Ricardo Evangelista e Sueli Silva

20h30 - Tita Parra e Emílio García, acompanhados por Carlinhos Ferreira

21h30 - Pereira da Viola

22h30 - Família Guiga



DIA 07 - DOMINGO



9h - Apresentação Orquestra de Câmara do Sesi Minas

9h30 - MISSA CONGA com participação de grupos folclóricos da região e

14h - Fileira Sagrada - Pindaíbas

14h30 - Encomendação das Almas - Vera Cruz

15h - Caravana Reis de Souza - Coqueiros

15h30 - Folia de Reis - Lagoa de Santo Antonio

16h - Folia de Reis - Bebedouro

16h30 - Congado do Bianos - Lagoa da Trindade

17h - Cantadeiras do Souza - Comunidade do Souza

17h30 - Serrador e Fim de Capina - Seu Nelson Jacó

18h30 - Chico Lobo , Pedro Mestre (Portugal) e Seu Nelson Jacó - acompanhados pelo percussionista Carlinhos Ferreira

20h30 - Encaixa Couro - BH

21h30 - Boi da Manta - cortejo



Mais+

Exposição 20 anos da Capital Mineira do Folclore

Oficinas

Espaço de Convivência



A programação do Festival de Folclore 2008 está repleta de oportunidades para que você conheça as riquezas que estão guardadas na memória e no corpo das pessoas de Jequitibá. Além das apresentações artísticas, o público tem a opção de participar de oficinas de aprendizagem, com o objetivo de levar para a casa a lembrança dos gestos, cantos e orações na cabeça e no próprio corpo.



Veja algumas oficinas desta edição:



Vídeo: documentário e desenho animado

• Aproximar os participantes do cinema, como forma de expressão popular e viabilizar a produção de filmes em formato digital, além de estimular o crescimento e o interesse dessas comunidades no que se refere à produção cultural e audiovisual como um todo.

*Esta oficina é patrocinada pela Vivo, através da lei Estadual de Incentivo à Cultura



Eco Arte

A proposta da oficina é efetuar a coleta dos materiais naturais que serão utilizados na própria comunidade para criação de objetos artísticos. Conscientização ecológica mistura-se ao desenvolvimento das capacidades criativas dos participantes.



Período:

05 - de 14h as 18h

06 e 07 - de 9h as 13h

Vagas: livre

Público alvo: livre



Caretas para o Boi-Bumbá

O objetivo da oficina é compartilhar a pesquisa do artista Sandro Medeiros sobre o Bumba-Meu- Boi ou Boi-Bumbá, exemplificando sua diversidade e apontando características peculiares a cada região.



Período:

05 - de 14h às 18h

06 e 07 - de 9h às 13h

Vagas: 20

Público alvo: livre



Oficina de Teatro: Arqueologia da Imaginação - Jacqueline Calazans

Explorar os meios de descoberta das identidades dos participantes como artistas independentes e autores de suas vidas e de suas artes. Pesquisa e resgate de histórias e tradições da localidade, para serem contextualizadas num repertório contemporâneo, levando à criação e apresentação de uma ópera de rua ao final da oficina. Para a Ópera de Rua pretende-se o envolvimento das demais oficinas do festival como participantes, apresentando seus trabalhos.



Período:

05 - de 16h as 18h

06 - de 9hs ao 12h e 14h às 17h

07 - de 9 às 12h

Vagas: livre

Público alvo: acima de 16 anos



Oficina de Máscaras - Criação de máscaras utilizando papel marchê

Período:

06 - de 09h às 12h

Vagas: 20

Público alvo: acima de 15 anos



Integrarte - Um exercício lúdico do fazer artístico e a interação entre arte e meio ambiente - Germana Arthuzo e Wilton Vinicios

A oficina propõe a interação entre arte e meio ambiente com a manipulação de materiais disponíveis na natureza e no meio em que vivemos. Com isso, visa propor aos participantes um exercício lúdico do fazer artístico e a interação direta na comunidade e entre os próprios participantes do festival.

Período:



Mesa Redonda



Organização Institucional de Entidades

Mauro Chaves fala sobre Ongs e Grupos Culturais, formação, manutenção documental de registros de entidades e aptidão para apresentação de projetos e captação

Público alvo: lideranças de Ongs e entidades culturais, além de interessados em conhecer esta forma de organização.

Dia 06/09 - Sábado - de 9 as 11horas.







Festival de Folclore reúne grupos

para celebrar a diversidade cultural do país


VEJA AS FOTOS DO FESTIVAL DE FOLCLORE 2006





Nos dias 09 e 10 setembro, a cidade de Jequitibá, 110 km de Belo Horizonte se transformou em um dos maiores palcos culturais do Estado ao reunir diversos grupos folclóricos para celebrar a diversidade brasileira, preservada no canto e nas danças das nossas raízes.

Nas ruas e nos palcos montados apresentaram-se grupos de várias partes da cidade, além de convidados de outras regiões mineiras. Os visitantes e espectadores puderam presenciar a alegria e desenvoltura de diversas folias como a de Nossa Senhora do Rosário, do Divino e as tradicionais Folias de Reis. Atrações que se destacam também são apresentações do Boi da Manta, Incelência para Chuva, Encomendação das Almas, Batuque, Pastorinhas, Dança do Tear, Contra – Dança, Fim de Capina, Dança da Vara, Dança do Serrador e Cantigas de Roda.

A novidade do 2º Festival de Folclore deste ano foi a retomada do tradicional desfile folclórico, pelas principais ruas da cidade que reúne representantes dos grupos, personagens folclóricos e autoridades locais. O objetivo do desfile foi mostrar para os espectadores a diversidade que se une para defender a cultura e a riqueza das tradições mineiras guardadas por gerações por meio da dança e do canto.

O folclore também faz parte do plano pedagógico do sistema educacional da cidade. Lá, alunos da APAE e do PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) aprendem as técnicas e as danças com o objetivo de preservar a cultura e criar uma relação de aproximação com a própria história da cidade. Nos dias do festival, alunos das escolas municipais e estadual, junto com os da APAE e PETI subiram aos palcos para dançar e cantar a história de Minas . Dentre batuques, cantigas de rodas, roupas coloridas e muitos cantos, os alunos enriqueceram o festival não só de cultura, mas deram uma aula de cidadania ao preservarem a cultura imaterial do Estado.



Segundo o prefeito Geraldo Antonio Saturnino, o Festival de Folclore foi criado com o objetivo de reunir todos os grupos da cidade numa grande manifestação festiva como também divulgar o trabalho dos artistas locais, além de funcionar como um mecanismo de divulgação e preservação da cultura local, parte do patrimônio imaterial do Estado de Minas Gerais. “Nosso interesse em realizar eventos como este é proporcionar não só os visitantes a oportunidade de conhecerem nossa cultura, mas também afirmar nossa riqueza para o cidadão local para que isso não se perca e seja mantida pelas futuras gerações”, destaca Saturnino.



Hoje, em Jequitibá, existem cerca de 30 grupos folclóricos que vivem espalhados pelos distritos da cidade que apresentam e retratam uma média de 150 manifestações folclóricas, alguns chegam a ter 200 anos de existências, preservados pelas próprias famílias. Esse número elevado lhe rendeu o título de Capital Mineira do Folclore, reconhecida como tal por nomes conceituados no meio cultural como Frei Chico e o artista Saulo Laranjeira. Sua tradição também se atesta com violeiros conceituados da cidade, como “seu” Nelson Jacob, que segundo o cantor Chico Lobo foi um de seus inspiradores.



Segundo os organizadores, mais pessoas visitaram a cidade este ano e levaram para casa a lembrança depois de aprenderem as danças e cantos folclóricos. Além das oficinas, o festival também contou com a participação das cidades de Sete Lagoas, Matozinhos, Araçai e Santana do Pirapama.

No festival um espaço foi reservado para uma homenagem especial ao Cinqüentenário de Guimarães Rosa, com a apresentação do Grupo Contadores de História “Miguilin”. “Escolhemos Guimarães para homenagear este ano porque, além de celebrar o seu cinqüentenário, nossa cidade é citada em seus livros como na abertura de um dos textos de ‘Ave, Palavra”, lembra Rener. No livro citado, uma louvação pastoril, o autor introduz o texto evocando grupos folclóricos para celebrar o nascimento de um menino e Rosa convida os tambores do Congado de Jequitibá.



A realização é da Secretaria Municipal de Cultura através da Prefeitura e tem apoio da Câmara Municipal, entidades locais e da Rede Minas de Televisão.



História

A cidade de Jequitibá surgiu na rota dos bandeirantes por volta de 1670, sendo este um dos 10 primeiros municípios mineiros fundados nesta época por Borba Gato. Jequitibá pertencia ao município de Sabará porém em 1869 foi incorporada ao município de Sete Lagoas. Em 1948 teve sua emancipação e a instalação aconteceu no dia 1º de janeiro de 1949. É composta de 21 povoados e um distrito chamado Dr. Campolina (ex- Lagoa Trindade), uma comunidade negra que se destaca por ter sido um quilombo.

A capital de Minas quase foi transferida de Ouro Preto para Jequitibá, em 1867. O deputado Agostinho Francisco de Souza Paraíso conseguiu aprovar na Assembléia Legislativa da província uma lei transferindo a capital de Ouro Preto para Jequitibá. O presidente da província na época, José da costa Machado de Souza vetou a lei, alegando precariedade do Tesouro Estadual e dificuldades que a mudança acarretaria. Voltando a apreciação do Legislativo o veto foi recusado por 17 votos contra 16. Já numa terceira reunião o veto é mantido e Jequitibá perde um dos maiores sonhos que uma cidade mineira poderia ter.

A cidade está situada na região central, zona metalúrgica. Possui uma área de 446.62 km2, correspondendo 5,4% da superfície total da microrregião. Tem como limítrofes os municípios de Santana de Pirapama, Cordisburgo, Araçaí, Funilândia, Baldim e Sete Lagoas.

Sugestão de fontes e mais informações: (31) 3717-6222

Jequitibá,
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